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2 de dezembro de 2014

Samba, só ele

Salve o samba!

É hoje o dia do, ao meu ver, um dos ritmos mais universais deste Brasil. Aquele que agrega, que quebra preconceitos e paradigmas. Aquele que abre a roda para negros, pobres, mulheres e quem mais se permitir à música.

Brinco dizendo que só posso ter vivido minha encarnação anterior no Rio de Janeiro. Isso explicaria tamanha paixão pelo samba, Lapa e a boemia característica de mestres como Cartola, Nelson Cavaquinho, Candeia, pela Praça Onze, escolas. Estou longe, bem longe, de ser historiadora do assunto. Não há muito tempo para isso.

Mas eis aqui uma apaixonada pela letra e melodia que o samba traz aos meus ouvidos. A história que ela pesa em cada letra. Amores e desamores, sociedade, malandragens e tudo o mais que inspirou cantores que sonharia em ver de perto. Sim, sonho!


Apesar de às vezes haver um distanciamento, ele me completa. E me consola, acaricia, machuca, fere, arranca riso e lágrima. E a próxima tatuagem, cujo trecho está na música de Nelson Sargento, na voz de Beth:



17 de agosto de 2011

Reclusão

Dando satisfação aos meus seletos leitores e tirando o mofo do blog, que não sabe o que é postagem há uns dois meses. Estou ausente e ficarei um pouco mais. Uma década? Um ano? Um mês? Não sei. Talvez, amanhã tenha postagem nova aqui. Talvez, não.

O fato é que tem me faltado inspirações humoradas, como é o perfil do blog. Claro que também posto textos poucos alegres, até porque a intenção do blog é me desmascarar. Cheguei a escrever um post no começo da semana, mas perdi o rumo, a coerência e, por fim, a paciência.

Conhecendo pouquíssimo o meu 'eu', sei que é hora de parar, respirar e voltar ao meu centro. Assim, reclusão now. Mas, para dar um molho ao texto, Cartola - sempre ele! - fala por mim:

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