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29 de maio de 2012

Book

Agências e contratantes, tratar comigo.



Uns bons centímetros de comprimento

Alguns minutos de sono

Ok, horas de sono

Madura o suficiente para não brincar muito

Orelha, ok; companheirismo, ok; atenção à tv, ok também

Não, ela não é obrigada a pisar no pano milhado


Flexível


11 de maio de 2012

Nota fúnebre


Fred preparado para o ataque

Venho por meio desta postagem comunicar o falecimento de Fred Viard, nosso doce agapone. Faz um mês, acho. Ainda não sabemos a causa do óbito, mas suspeitamos que ele não estava bem quando conseguimos tocar nele sem que um de nossos dedos voltasse mordido.

Fred foi sepultado na Rua da Aurora. Anotados no cortejo fúnebre: mainha, eu e Mocinha (que, desrespeitosamente, quis brigar com dois cachorros maiores que ela durante a cerimônia restrita aos familiares).

Agora, muito provavelmente, estará no céu comendo a ração de outro pássaro, invadindo o livro de alguém ou mordendo quem não lhe agrade. Com a ausência, temos agora apenas dois pássaros: Cartola e Barney.

Os sobreviventes:

Barney

Mocinha









Cartola
cri-cri

Alzira
cri-cri

13 de dezembro de 2011

Miss Mocinha

Um surto: ter energia para brincar.





Um hobby: dormir.



Uma atividade: adormecer. 



Um sonho: acordar cercada de pães.



Um inimigo: Fred.


26 de setembro de 2011

Descartáveis

Já disse em algum momento aqui no blog que desconfio seriamente de pessoas que não gostam de animais. Falando especificamente de cachorros, meus preferidos, não julgo quem não alimenta a mesma paixão que sinto. Mas recrimino seriamente quem os maltrata, como se os bichos fossem objetos, coisas. 

Isso vale para quem paga caro por um até enjoar. Passou o modismo, descarta-o na rua. Se tiver a menor noção de responsabilidade, doa a alguma instituição. Outros, com instintos incontroláveis, agridem os cachorros. Já vi notícia de 'gente' que queimou, espancou, atropelou...E isso pelos motivos mais fúteis. Só pelo prazer de praticar maldade mesmo. Tentei criar um pitbull que estava na rua com alguns sinais de agressão. O cachorro mais doce que tive. Não pudemos ficar com ele, mas conseguiu um excelente dono.

Isso reitera uma frase que ficou na minha cabeça depois de uma conversa: "as pessoas estão muito descartáveis". Realmente. Se uma pessoa é capaz de maltratar um ser inofensivo (sim, acho que o cão só se torna agressivo por culpa da criação), com força e inteligência inferiores..imagina! Por isso, conhecendo mais os humanos e amando mais os cachorros.

Mocinha me levando para passear

19 de março de 2011

Bichos Viard

Eis:

Negrita: essa é intocável. Falem do meu pai, mas não dela. (sério, podem falar dele ;P )



Mocinha: não se relacionou com Oliver e curte a solidão em qualquer lugar, menos no chão:




Fred: só tem uma garra, mas é mais danado de todos os bichos da casa. Neste momento, está cantarolando enquanto meu dedo se recupera de uma bicada dele. Deve estar comemorando.


16 de outubro de 2010

Namoro ou amizade?

Em nosso novo endereço (que já está virando antigo), o convívio com cachorros aumentou. É no final de semana que donos e cães se juntam aqui na Aurora para conversar besteira, enquanto os cachorros se cheiram ou brincam. No caso de Mocinha, ela se ocupa rosnando e babando para todos eles. 

Como a maioria é macho, sobra para Mocinha ouvir as cantadas. Sim, não existe mais o clima de paquera no sutil estilo Silvio Santos - aquele em que homens e mulheres flertavam por binóculos antes da dança. Agora, os donos chegam para mim e perguntam se eu tenho interessa em colocá-la para cruzar. Um outro, que não é nada delicado, perguntou quando ela iria viçar.

Meu espanto é que os cachorros são de raça. E, como já disse aqui, a minha também é. Aliás, várias raças. Uma mistura só. Cientificamente, não tem problema algum. Mas..e quem quer filhote de tumba-lata?

Eis o candidato: Oliver


Hobby: caçar rato no Capibaribe

O alvo:
 


Hobby: dormir um pouco

E aí?

8 de outubro de 2010

Consciência

Diariamente, me deparo com vários exemplos de falta de educação doméstica. Taí uma coisa capaz de me irritar: é a tal da educação. As pessoas são mudas e não conseguem cumprimentar o próximo. Também são deficientes porque não conseguem jogar lixo no cesto.

Obrigada, mãe, pelos ensinamentos.

Pois bem. Ao caminhar com a tumba-lata, levo a pá, vassourinha e jornal para catar os dejetos dela. É bem verdade que ela escolher os melhores lugares (na frente de carros que estão de saída ou de pessoas). Num desses dias, ela resolveu me matar de vergonha e fez na frente de uns senhores que jogavam dominó. Enquanto eu me abaixava para limpar, um senhor levantou, chegou para mim e disse: Parabéns. Fiquei feliz ao ver que alguém limpa a sujeira de seus cachorros.

Obviamente, meu ego fez micareta em mim e agradeci. Mas, ao voltar para o apartamento, cheguei à conclusão de que eu não deveria ser parabenizada. Esse gesto é de minha total obrigação. Não tem cabimento levar um cachorro para passear e não se sentir responsável por ele. Principalmente ali na rua da Aurora, que tem uma área de lazer para crianças. Eu deveria ser mais um.

20 de setembro de 2010

Minha joinha

Essa é a tumba-lata que passeia comigo. Ou eu que acompanho, não sei. Só sei que me mata de vergonha porque não é sociável. Da turma que conheci, é a única sem raça. Enquanto os outros cães sacodem orelhas e pelos, ela se arrepia, rosna e baba. Um orgulho só!

Orelhuda, eu?

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